Notícias Anteriores

Em Janeiro de 2002 estava eu a tirar o curso de treinador de Futsal quando alguém da FPF nos disse que a modalidade estava a crescer cada vez mais e que já era a segunda mais praticada do País.

Até aqui não tinha dito nada que eu já não sabia e mais, podia ter dito que Portugal é dos Países que mais aposta na formação.

Continuou e informou-nos de uma situação muito importante que já não era necessário mais o seu crescimento mas sim melhorar quem a ensinava.

Muito bem estava eu presente perante alguém que estava interessado no presente e no futuro dos caminhos desta modalidade.

Concordo com ideia pois a meu ver existem muitas colectividades que não têm alguém formado a ajudar os seus atletas e principalmente alguém formado que indique o caminho que a sua colectividade deve optar para bem do clube e principalmente para bem do atleta.

Na minha opinião penso que só existem dois caminhos para os clubes trabalharem.

Sabemos que cada vez mais existem dificuldades para manterem os seus escalões nas provas oficiais, pois o País em que vivemos dá-nos provas disso e sempre que inicia uma nova época, corremos atrás de patrocínios e de apoios que nos dão garantias para não faltar nada que estava planeado para essa mesma época.

O caminho certo para Clubes que apostam numa equipa sénior:

Finalmente a FPF impôs uma regra em que os clubes só poderão participar em provas oficias se inscreverem cinco atletas formados no mesmo clube.

Falta saber se essa regra favorece o atleta formado ou simplesmente vais ser inscrito porque assim a FPF obriga e não irá ter oportunidades de ajudar a equipa e nem sequer poderá ser emprestado a outro clube para rodar e continuar a sua margem de progressão.

Sendo assim os clubes vão continuar a apostar em jogadores estrangeiros ou jogadores já formados de outros clubes pois são estes é que dão garantias aos treinadores.

Acho que para quem tem a equipa sénior, deve também apostar em ter juvenis e juniores para no futuro ser mais fácil de obter as mesmas garantias.

Estas garantias serão mais baratas e quem sabe no futuro ser uma mais valia em termos monetários.

O caminho certo para os Clubes que só apostam na formação:

Na minha opinião esses clubes só deverão ter até quatro escalões ou seja escolas, infantis, iniciados e juvenis.

Nunca devem optar por terem juniores pois não faz sentido porque não têm uma equipa seniores para os atletas terem ambições de poderem entrarem no futuro.

Mesmo se os clubes optarem por terem uma equipa juniores terão que ter muitas atenções para poderem dar mais ajudas ao atletas.

Terão que criar protocolos com outros clubes para poderem aceitarem atletas do seu clube, dialogar com treinadores de equipas seniores para irem ver jogos e treinos desses atletas e só isso já é uma grande ajuda.

A meu ver nunca devem criar juniores, mas sim só até juvenis e ai coloca-los em equipas que têm juniores e seniores, para poderem ter mais hipóteses de entrarem nos seniores pois são dois anos que os atletas irão ter que dar o máximo para convencer o treinador que de certeza irá observa-los com mais frequência.

Pedro Costa
Read More ...

Notícias Anteriores

Todo o staff exterior á equipa técnica e plantel, funciona como suporte fundamental para a estabilidade de uma equipa.

Desde o angariar dos apoios financeiros, á gestão dos recursos, á estratégia de formação, á forma de marketing, tudo serve como forma de dinamizar e potencializar toda uma equipa.

A organização pensada como um processo de simplificação, de ambição e rigor, é a forma mais rápida de atingir resultados, mas mais do que isso, manter a saúde financeira de um clube o mais estável possível para que a sua continuidade e vitalidade esteja garantida a médio\longo prazo.

O controle de todos os gastos, de todos os ganhos (curto\ médio ou longo prazo), é uma das regras de ouro para a sobrevivência e possível bem-estar financeiro, bem-estar este que influencia inúmeras vertentes de todo o treino.

A aposta continua na quantidade e qualidade de materiais de treino é outro factor importante para a evolução, para que estejam asseguradas as condições ideais de trabalho.

A boa gestão e constante apoio vindo do topo da hierarquia é um tranquilizante fundamental para atingir os objectivos de forma segura.

João Lino
Read More ...

Notícias Anteriores


Com o crescimento acelerado dos grandes centros, ocorreu um grande problema na nossa sociedade, acabou-se com as áreas de lazer, onde em cada esquina, em cada rua, ou bairro, existia uma equipa de futebol, onde as crianças desenvolviam as suas habilidades, técnica, capacidades físicas, mental e social.
Com a extinção destes locais, surge um novo conceito para a ocupação espaço perdido por jovens e crianças. Nascem assim as Escolinhas de Futsal, locais destinados a crianças e jovens, com o intuito de preencher, de uma maneira educativa e recreativa, o vazio que ficou no processo educacional.
Essas Escolas de Futsal podem ter as mais diversas finalidades: podem ser Formativas, ou seja, visando a formação dos atletas, podem ser Comerciais, visando o lucro através do desporto, ou Sociais, que tem como objectivo a integração e actuam sem fins lucrativos. Independentemente dos fins dessas Escolas, o que importa é que as crianças tenham oportunidade de se socializarem através do desporto, estarão a descobrir o seu próprio corpo, descobrirão o prazer do jogo, brincadeiras, conhecerão os seus direitos e deveres, estarão saindo das ruas e sendo educadas através do Futsal.
E mesmo que um dia não cheguem a ser profissionais de Futsal, conhecerão o seu papel na sociedade, de homens responsáveis, que saberão cumprir as suas obrigações graças á Escolas de Futsal.
Por isso pais, mães ou responsáveis, agora que já conhecem a importância de uma Escolinha de Futsal na vida dos seus filhos, espero que este artigo os leve a pensar!!!
Read More ...

Notícias Anteriores



EQUIPA TÉCNICA:


• A equipa técnica, é o conjunto de elementos que possuem a capacidade para melhorar o desempenho técnico e táctico, individual e colectivo dos atletas.


• O rendimento de uma equipa técnica, seja no campo técnico individual, táctico individual ou táctico colectivo, poderá atingir nos treinos aproximadamente 30%, ficando a cargo dos atletas os restantes 70%. Basta, que para isso, os atletas se disponham a submeter-se aos exercícios com uma grande dose de ambição, entusiasmo, paciência, disciplina e inteligência.


• A preocupação da equipa técnica, é sem dúvida, formar uma equipa. Mas, se não houver, por parte dos jogadores, esforço, dedicação, solidariedade e interesse em alcançar um nível técnico individual mais elevado, assim como um maior entrosamento colectivo, a equipa técnica não terá outra alternativa, senão a de se conformar, com uma equipa medíocre e com reduzidas possibilidades de êxito.


• É obrigação da equipa técnica:


- Ser justa nos seus actos;

- Proporcionar aos atletas os meios adequados à prática do futsal, dentro das possibilidades do clube;

- Tornar atraente o sistema de treinos;

- Habituar os atletas a executar correctamente os gestos técnicos;

- Instruir o atleta para que ele tenha a exacta noção do seu justo valor;

- Estar sempre atento, a fim de perceber tudo o que se passa entre os atletas dentro e fora do campo;

- Valer-se de todos os recursos para manter os atletas unidos;

- Dependendo de certas circunstâncias – fazer-se de cego, surdo e mudo…
- Não levar em consideração a ingratidão de atletas;
- Dispensar tratamento igual a todos os atletas;


EQUIPA:


• A grandeza de uma equipa depende, única e exclusivamente, da intensidade dos treinos físicos, técnicos e tácticos dos seus jogadores.

• Após o atleta ser escolhido para integrar a equipa perde o direito de fazer o que bem entende durante o treino, ou jogo.


• De nada vale uma boa qualidade técnica, se estiver divorciada da preparação física e vice-versa.


• O cansaço é o maior inimigo físico e psicológico do atleta. O cansaço em demasia exerce influência na diminuição do raciocínio.


• Um atleta terá de conseguir integrar a equipa ‘convocada’ sempre por mérito próprio e nunca pelo fracasso dos seus colegas.


• A partir do momento em que um atleta é integrado numa equipa, está a assumir um compromisso de honra para actuar em perfeita sintonia, absoluta solidariedade e com o mais profundo respeito aos outros companheiros, perdendo por conseguinte o direito de tomar iniciativas pessoais que possam ser prejudiciais à equipa.


• Nos desportos colectivos o atleta não é totalmente livre. O seu comportamento é subordinado, não só aos companheiros, como, principalmente, aos interesses da equipa. Não pode, portanto, fazer o que bem entende, porque ele não é a equipa. É apenas uma parte dela.


• O atleta, por melhor que seja, individualmente, mas desgarrado do espírito e dos objectivos dos outros companheiros, torna-se um elemento inútil e prejudicial à equipa.


• Uma equipa composta de jogadores “cobardes”, “afinadores”, irresponsáveis, indisciplinados e indiferentes à vitória ou à derrota, dificilmente conseguirá obter nas competições, resultados positivos que sejam dignos de louvores.
Read More ...

Notícias Anteriores


Será que é o treinador que se deve adaptar á personalidade de cada jogador? Será os jogadores que têm que se adaptar ao treinador? Será mútuo? Ou será que mesmo mutuo deve tender para algum dos lados?

A adaptação\conhecimento do treinador de cada jogador é muito importante, percebe-se qual a melhor forma de o motivar, de relacionar, de dizer algo e não baixar a moral desse mesmo jogador, mas acho que não se deve actuar disciplinarmente de forma diferente consoante a personalidade ou variar o método de treino, porque essa habituação pode ao jogador criar uma acomodação futura, que com outros treinadores pode não ser possível.
Por outro lado acho super importante os jogadores se adaptarem á personalidade do treinador, aos seus métodos, á sua exigência, á sua dinâmica. Essa adaptação por um grupo leva a uma mais rápida aprendizagem, a uma maior organização e atitude de equipa.Para o bom funcionamento do grupo deve haver uma adaptação mutua das personalidades, mas não em todas as situações, principalmente a nível disciplinar, as medidas têm que ser iguais para todos, porque uma variação de medidas consoante cada atleta levará sempre a pensamentos de injustiça, de abuso de confiança e de falta de respeito.
Fundamental também é a adaptação pessoal entre os atletas, cada um saber o que pode ou não dizer, pensar antes de dizer algo se vai ou não criar conflito as suas palavras, ter uma atitude “profissional” (Podemos não ganhar como profissionais, mas podemos ter a sua atitude).
Qualquer jogador pode ser muito bom de pés, mas se não tiver atitude de jogador, será complicado impor-se. Essa atitude vê-se em variadas coisas, desde chegar a horas aos treinos, respeitar as decisões do treinador, colocar o colectivo á frente do individual, trabalhar forte nos treinos, dormir as horas certas antes dos jogos, não beber álcool na véspera dos jogos, respeitar os colegas, entre outras coisas.
O bom relacionamento dentro de um grupo e a percepção de cada um de até onde pode ir com cada pessoa, é meio caminho andado para o sucesso colectivo.
Read More ...

Notícias Anteriores



Podemos ver que em virtude das nossas características fisiológicas, o nosso organismo não se encontra preparado para a realização de esforços intensos.

A verdade é que a mobilização articular é importante e evita realmente algumas lesões do aparelho locomotor que podem durar semanas ou mesmo meses. Por outro lado uma boa mobilização articular evita uma sensação de fadiga precoce nos primeiros minutos de esforço que pode prejudicar o rendimento do atleta no decorrer do treino.

Muitas vezes alguns treinadores efectuam na parte inicial exercícios com bola ( no qual eu concordo), mas se não fizermos uma boa mobilização articular, os resultados podem ser desastrosos.

Na imagem que aparece em cima pode ver alguns exemplos de mobilização articular para que o seu atleta se sinta em pleno para realizar o treino.

Descrição das imagens:

1. Flexão do Tronco à frente.
2. Hiper-extensão do Tronco.
3. Elevação do joelho ao peito, fixando-o com os braços.
4. Flexão da perna atrás.
5. Flexão lateral do tronco.
6. Rotação do tronco, mantendo a posição em cada extremo.
7. Flexão dorsal do pé, estirando os gémeos.
8. Flexão do tronco à frente, a cada perna.
9. Extensão dos flexores e extensores das coxas.
10. Hiper-extensão dos ombros (e bicípedes).
11. Extensão dos tricípedes (e não só...).
12. Rotação dos ombros.
13. Extensão da musculatura dos antebraços.
14. Cinco a 10' de corrida lenta.

Em todos os exercícios a posição deve ser mantida sem insistências. Não forçar até ter dor, o objectivo não é esse. Tentar manter a posição durante 30´´. Fazer sempre os exercícios a uma velocidade reduzida.

João Moreira
Read More ...

Notícias Anteriores

A palavra sonho é curta na forma, mas gigante no conteúdo.

Sonhar é fundamental para termos um rumo, uma motivação, um unir forças...

Sonhar é realização da nossa mente, do nosso espírito, da nossa alma de uma forma imaginária...

Sonhar é poder realizar tudo imaginariamente, mantendo a estrelinha, o brilho que se torne real...

Mesmo quando tudo parece ter destruído o sonho, sonhar, mostra-nos que podemos reconstruir tudo, mostra-nos que nada nos deitará abaixo...

Um sonhar é imensamente motivador, o mesmo sonho, dentro de uma equipa, por todos, será ainda mais motivador e ainda mais cativante.

Eu sonho e continuarei a sonhar!
Read More ...

Notícias Anteriores

Sempre que tenho oportunidade, tento acompanhar jogos de vários escalões e divisões distintas de forma anónima, tipo “penetra”, pois acho que se evolui e aprende bastante ao conviver com todas as diferentes realidades.

Num destes dias, enquanto assistia a um jogo de Juvenis, escutei por acaso uma conversa entre dois treinadores, que particularmente me chamou a atenção, pois após um jogador ter efectuado um drible sobre dois adversários, os “misters” automaticamente o qualificaram de “tecnicamente evoluído”, levando-me apensar se seria correcta esta avaliação?

Após uma análise, cheguei a uma conclusão, que falarei mais abaixo…Após continuar a analisar o atleta em questão, verifiquei que o atleta tinha, de facto, uma boa capacidade de condução de bola e de drible, no entanto tinha dificuldades ao nível do passe e da recepção, levando-me a concluir que afinal o atleta era fraco técnicamente, pois apesar de ser forte no drible, faltava-lhe o essencial e fundamental, o passe e a recepção, algo impossível para quem quer jogar Futsal ou para sequer haver um jogo de Futsal.

Então, a conclusão a que chego é que muitas das vezes as pessoas confundem a capacidade técnica com a capacidade de drible, pois para mim, um atleta evoluído tecnicamente é aquele que é forte na recepção de bola e no passe, independentemente de ter ou não capacidade de drible, ao invés do atleta que, parado, faz mil malabarismos com a bola ou finta a equipa toda adversária, mas que não consegue fazer a bola circular e assim jogar em equipa.

No entanto, é obvio que o atleta que tem capacidades “natas” de condução, domínio e drible de bola, tem vantagem “técnica” sobre os outros e até desenvolverá as suas capacidades de passe e recepção de bola mais rapidamente e terá uma maior possibilidade de atingir patamares superiores aos restantes, mas só e apenas se dominarem o “básico” do Futsal, o passe e a recepção de bola, caso contrário, irão para o grupo dos chamados “artistas de circo” que só fazem malabarismos e fintas para a bancada, mas que nunca conseguirão se tornar jogadores de Futsal.
Read More ...

Notícias Anteriores


1-Recuperação imediata da bola:
Este objectivo é na minha perspectiva o mais importante dos 3.Quando um jogador perde a bola,o resultado é quase sempre um contra-ataque.Ora,se existir uma pressão imediata logo após a perda de bola,por vezes evita-se um lance de perigo para a nossa baliza e desta forma,a equipa tem menos tempo para se organizar.
2-Organização defensiva e equilíbrio da equipa:
Este objectivo,passa pela organização dos elementos da equipa,onde cada jogador ocupa a sua posição defensiva definida pelo treinador.
3-Defesa da nossa baliza:
Este objectivo é o ultimo dos 3,pois aqui a equipa defensivamente tenta evitar que o adversário chegue ao golo.
Read More ...

Notícias Anteriores


Há uns dias li um artigo sobre a escassez de pivots portugueses e dei comigo a pensar o porquê?Após reflectir, verifiquei que o problema maior tem a ver com algo que eu, pessoalmente, acho que falta aos treinadores Portugueses (apesar de já notar alguns progressos), que é pensar pela própria cabeça, em vez de ir pela “moda” e copiar os sistemas tácticos que estão em voga, na certeza de terem encontrado a “fórmula mágica”…

Neste caso específico, acho que este problema da falta de pivots portugueses, deve-se ao facto de nos últimos 7/8 anos se ter definido o 4.0 como o supra sumo dos sistemas ofensivos, descurando todos os outros variadíssimos sistemas, nomeadamente os que utilizam pivots, levando a que a geração de atletas que chegou ou está a chegar agora a idade de sénior, durante a sua formação, jamais jogaram num sistema que utilizasse pivot…
Como treinador, o que mais me dá prazer é esta infinita possibilidade de poder criar, inventar, raciocinar, reflectir e desenvolver conceitos técnico-tácticos sem COPIAR por ninguém, tendo obviamente referências e pontos de convergência com outros treinadores, mas claro está, pensando pela minha cabeça!!Por muito que um determinado modelo de jogo desenvolvido por outro treinador nos pareça fabuloso, de certeza que existe sempre algo que fazíamos diferente... além de que os pressupostos das equipas poderão ser diferentes como por exemplo: as características dos jogadores, horas de treino, idade, etc, sendo por isso de todo impossível copiar exactamente o mesmo modelo de jogo da equipa A para a equipa B…

Ou seja, se modelo de jogo que aplicamos na nossa equipa não tiver nenhum "cunho" pessoal e for apenas uma cópia integral de um modelo de jogo que outro treinador desenvolveu, então não somos treinadores, mas apenas meros executantes de uma ideia de alguém, e isso qualquer pessoa pode fazer... Por exemplo, se dermos um livro de exercícios ao funcionário do pavilhão, ele fará exactamente a mesma coisa, pois só tem que aplicar o que lá está escrito...
É, no entanto, vital que os treinadores falem bastante uns com os outros, no sentido de discutir e apresentar ideias, pontos de vista, reflexões, pois esta é, sem dúvida alguma a melhor forma de apreendermos e evoluirmos permanentemente, no entanto, por muitos conhecimentos e experiência que alguém possa ter, NINGUÉM é dono absoluto da razão e sabe tudo…
Por isso, por mais absurdo que o modelo de jogo por nós desenvolvido possa parecer aos olhos de outros, se acreditamos no que estamos a fazer, de uma forma consciente e de acordo com as nossas ideias, conceitos e objectivos definidos, devemos defender sempre a nossa posição , tendo obviamente a noção de que também nós, não somos os donos da razão e ter a humildade para assumir que a ideia contrária também poderá estar correcta e se calhar é bem melhor do que a nossa, e é desta forma, questionando, debatendo, criticando e batendo muitas vezes "com a cabeça na parede", que vamos evoluir, crescer e aperfeiçoar os nossos valiosos conhecimentos.
Em resumo, com tudo isto quero apenas dizer que, só somos de facto TREINADORES, se pensarmos pela nossa cabeça, caso contrário ficaremos pelo caminho e muito dificilmente atingiremos objectivos, e também que, por mais rídiculo que nos possa parecer as ideias e concepções de outros, jamais devemos criticar... até porque, no final, “a melhor táctica é aquela que ganha”!!!

Abraço e pensem nisto...

Pedro Silva
Read More ...

Notícias Anteriores


"Quem marca ao homem corre por onde o rival quer:
Essa caçada tem por fim capturar um inimigo, mas o meio usado converte o marcador em prisioneiro.É o adversário quem dispõe do esforço e do espaço:
Tu segues-me, mas vais para onde eu quero."
Read More ...

Notícias Anteriores


"Se tu apenas te preocupares com o teu homem, tu não te consegues preocupar com a equipa adversária, nem sequer dás conta se ela está a ir muito para a direita ou muito para a esquerda. Por exemplo, se tu estiveres a marcar um homem, tu não vais estar a ver o que é que os teus companheiros estão a fazer ou se está alguém a guardar as tuas costas. Em contrapartida, se estiveres mais à vontade, de cabeça levantada, podes sempre ajudar os colegas."
Read More ...

Notícias Anteriores


Será que o local onde se inicia o contra - ataque tem influência na sua eficácia?

Eis uma boa questão… se pensarmos que sim, visto que, à partida, quanto mais espaço os atletas tiverem para progredirem, terão obviamente também mais tempo para decidirem, pensarem e executarem a sua acção de contra-ataque eficazmente, é também verdade que quanto maior for o espaço entre baliza de finalização e o local onde se inicia o contra-ataque, mais tempo terão os adversários para recuperarem e assim susterem esta mesma acção, correcto?

Por isso, para mim, mais importante do que o local onde se inicia o contra-ataque, é o local onde o mesmo se finaliza que terá mais influência na sua eficácia, isto é, numa acção de contra-ataque o mais importante é ter a noção exacta do local onde sairá o último passe para a finalização, pois é este o barómetro do sucesso do contra-ataque.

Por exemplo: numa situação de 3 para 1, em que a bola é interceptada na zona da meia quadra e o único defensor está na zona da sua área, se o passe sair logo após a intercepção, o sucesso da acção é menor do que se o portador da bola transportar um pouco mais e efectuar o passe mais cerca de 8/10 metros mais à frente, visto que, se efectuar o passe de imediato, o portador (que fez a intercepção) dificilmente vai conseguir ter tempo para incorporar nessa acção ofensiva, passando de uma situação de 3 para 1 para uma situação de 2 para 1, sem nunca esquecer à acção do GR adversário... No entanto, se o portador da bola efectuar o passe 15/20 metros à frente (em cima ou dentro da área), também terá menos sucesso, pois o espaço para finalizar já é muito reduzido e pelos menos uma linha de passe ficará fechada (se for bem defendido)!

Read More ...

Notícias Anteriores


Os objectivos previamente definidos pelo treinador só poderão vir a ser alcançados através da vivência prática de um conjunto de exercícios correctamente inter-relacionados e organizados em diferentes sessões de treino, os quais se distribuem racionalmente ao longo de cada semana e de toda a época desportiva.

A sessão de treino tem uma duração muito variável e deve conter três partes distintas:

a) Parte preparatória ou aquecimento;
b) Parte principal ou fundamental;
c) Parte final ou de retorno à calma;

a) Parte preparatória ou aquecimento:

é a parte inicial e indispensável de todas as sessões de treino e de todas as competições em que o atleta vai intervir. É constituído por um conjunto de exercícios que têm por objectivo preparar o atleta para os esforços maiores que a seguir irão realizar-se e evitar o risco de lesões.

Recomendações Práticas:

O aquecimento deve ser progressivo: deve iniciar-se com uma intensidade fraca que aumentará gradualmente à medida que as diferentes estruturas do organismo se adaptem ao esforço. Evita-se, assim, o perigo de uma lesão ou de uma grande fadiga inicial.

Exemplo: só depois de correr lentamente e durante alguns minutos é que poderão realizar-se sprints;o aquecimento deve ser prolongado: nunca deverá ser inferior a 15/20 minutos, pelas razões supra indicadas;o aquecimento deve conter duas partes distintas mas complementares:

O aquecimento geral e aquecimento específico:

Aquecimento geral: é a fase inicial e pode conter, por exemplo, uma parte de corrida lenta e contínua, para a activação orgânica e alguns exercícios de alongamentos estáticos para prevenir o aparecimento de lesões.

Aquecimento específico: segue-se ao aquecimento geral e visa preparar o atleta para as situações concretas que vai encontrar a seguir.

Exemplo: se vai treinar velocidade deve fazer várias acelerações com intensidades crescentes; se vai treinar força, deve mobilizar os músculos que a seguir irá solicitar mais intensamente.

Aquecimento para o jogo:

Deve obedecer a todos os princípios metodológicos indicados anteriormente, o que significa que, de início, deverá correr e realizar exercícios de alongamentos, após o que deverá exercitar as diferentes situações que o jogo contém.

Recomendações Práticas:

Deve iniciar-se cerca de 40 minutos antes do início da competição;

Deverá estar terminado 10 minutos antes do início desta;

Nesta fase, o praticante deverá concentrar-se e procurar manter o seu aquecimento, realizando alguns alongamentos;

Nunca deverá ser demasiado intenso, o que poderia retirar a capacidade de resposta, sobretudo no início do jogo.

Este princípio é tanto mais válido quanto maior for a preparação física dos atletas;

Quando estes, após uma longa viagem, se sentem muito fatigados e não têm grande vontade de correr, necessitam de fazer um aquecimento mais forte que o habitual. Devem vencer essas inercias no aquecimento e nunca transportá-las para o jogo.

«Um bom aquecimento é uma condição indispensável para que os atletas possam começar bem a competição e um mau começo pode comprometer irremediavelmente o seu desempenho.

b) Parte principal ou fundamental:

Tem esta designação por ser nesta parte que se concretizam os objectivos previstos para a sessão de treino. Estes devem ser correctamente escolhidos e colocados adequadamente na estrutura organizativa da parte fundamental da sessão de treino.

As outras duas partes (aquecimento e retorno à calma) são condicionadas e determinadas pelo conteúdo desta.

Recomendações práticas:

- O aperfeiçoamento da técnica, da velocidade de deslocamento ou da velocidade de reacção deverão ser trabalhadas logo a seguir ao aquecimento, isto é, sem fadiga;

- O treino da força pode ser realizado logo a seguir;

- O treino da resistência, ao contrário da prática tradicional, deverá ser preferencialmente realizado no fim da sessão;

- As anteriores indicações metodológicas pressupõem uma visão sectorial de cada capacidade motora, contudo, no jogo, todas estão integradas, pelo que a sua rentabilização exige que por vezes as técnicas e a velocidade sejam também solicitadas em situações de fadiga, tal como sucede na competição;

- Se pretendermos melhorar as resistências específicas, a duração desta fase deverá ser superior à do jogo ou, caso seja menor, deverá ter uma intensidade superior e um menor número de pausas;

- Se pretendermos melhorar a velocidade, a duração desta fase poderá ser inferior à da competição, mas com uma intensidade superior e um aumento de duração das pausas.

c) Parte Final ou de Retorno à Calma:

Durante um jogo ou uma sessão de treino há uma grande activação de diferentes funções orgânicas e, por vezes, surge um estado de fadiga mais ou menos acentuado. Uma passagem súbita para uma situação de repouso não é conveniente e poderá comprometer o processo de recuperação.

Se o aquecimento prepara gradual e progressivamente os atletas para o esforço que a seguir vão desenvolver, esta fase procura que o organismo transite gradualmente para a situação de repouso.

Todos os que já praticaram qualquer actividade física já viveram, certamente, a situação em que a seguir a um esforço e depois de tomar banho, continuam a transpirar, o que significa que o organismo ainda não retornou à calma.

Recomendações práticas:

Se existir uma grande situação de fadiga, deverá começar por umas corridas lentas e terminar com a realização de exercícios de alongamentos estáticos para os grupos musculares mais solicitados, que, no caso dos futebolistas, são os membros inferiores. Estes exercícios só deverão terminar quando os atletas de sentirem recuperados;

Se existir uma fadiga localizada, devida, por exemplo, à realização de exercícios de musculação, há que descontrair essa zona, realizando alongamentos.

O tempo de recuperação depende de uma adequada ingestão de líquidos durante e após o esforço, assim como da posterior alimentação.

Devem ser realizados exercícios de fraca e regressiva intensidade.

As características desta parte da sessão de treino são determinadas pela especificidade do trabalho realizado na parte fundamental.

Prof. José Alberto Rosa
Read More ...

Notícias Anteriores


"... Os meus jogadores sabem que, se a bola está no corredor central, o portador da bola tem que ser pressionado por um jogador, no sentido de lhe retirar espaço e tempo de execução. E esse jogador tem que ter duas coberturas, uma de um lado e outra do outro, que é para, se o adversário com bola sair do primeiro homem, haver logo dobra de um deles, novamente para retirar espaço e tempo de execução. Se a bola estiver no corredor lateral, eu só quero uma cobertura interior, porque a exterior o meu jogador já a tem (...), é a linha lateral!..."
Read More ...

Notícias Anteriores


Read More ...

Notícias Anteriores


Considero que o facto de os atletas saberem as suas limitações não pode ser visto como um sinal de fraqueza, antes pelo contrário, tem que ser visto como um sinal de inteligência, pois é isso que os ajudará a evoluir e a tornarem-se melhores e mais capazes …
Por exemplo, se determinado jogador não tem como característica a velocidade, ao defender, esse atleta (naturalmente também com a ajuda do treinador) tem que desenvolver uma acção defensiva diferente de outro atleta que é mais rápido, adaptando assim, a sua limitação ao seu posicionamento defensivo.
Outro exemplo, se o atleta é destro e o seu pé esquerdo é muito fraco, obviamente que tem que treinar permanentemente o seu pé mais fraco para combater essa limitação, certo?Por tudo isto, é que o jogador humilde tem sempre mais sucesso que o jogador que "se julga bom", pois os humildes reconhecem e tentam combater as suas limitações, trabalhando e aperfeiçoando tudo aquilo em que são limitados, e muitas vezes conseguem até erradicar completamente a suas debilidades, ao invés, dos “outros” que acham que não têm defeitos, julgando-se perfeitos, acabando por nunca evoluir e assim atingir o nível pretendido e possível.
Abraço.
Pensem nisto e opinem…
Read More ...

Notícias Anteriores


A Cooperação é uma relação de entreajuda entre os atletas, no entanto, por norma o treinador também pretende (e incute) a Competição entre os atletas, o que é contra sensual, visto que a cooperação, de certa forma, se opõe à competição…
Assim sendo, fica a pergunta: Como é possível trabalhar a competição e a cooperação entre atletas da mesma equipa?

É fácil…

O desejo de um atleta em competir com os outros da mesma equipa é no sentido de obter um estatuto mais elevado dentro do grupo, ou seja, demonstrar a sua importância na equipa, quer a nível comportamental, quer na execução correcta do modelo de jogo estabelecido, para que o treinador o considere um exemplo e uma das suas principais opções da EQUIPA. Assim sendo, o treinador terá que utilizar esta competição diária entre os atletas, como o principal catalisador da acção cooperativa, demonstrando que a mesma tem apenas um objectivo comum, a organização colectiva, porque só e apenas com a cooperação entre todos se conseguirá ter sucesso ao competir com outras equipas.

Por isso, o treinador tem que vincar, diariamente, a importância da entreajuda e da cooperação entre os seu atletas, pois por muito bem que um atleta cumpra, atinja os níveis pretendidos e até seja o melhor em tudo, se não ajudar os outros a atingirem o mesmo patamar e enveredar por uma atitude egoísta e individualista, JAMAIS atingirá o sucesso, pois NUNCA ninguém venceu jogos sozinho…

Resumindo, o treinador deve, por isso, fomentar e incutir diariamente aquilo ao que eu chamo de “competição cooperativa”, demonstrando que o sentido principal é alcançar objectivos comuns, e que só apenas um terá que sair sempre a ganhar…a EQUIPA!

Abraço e pensem nisto…
Read More ...

Notícias Anteriores



Por muito que treinemos o nosso modelo de jogo de forma a estar preparado para jogar com qualquer equipa, devemos ter sempre o máximo conhecimento das características de cada um dos nossos adversários, pois quanto maior for esse conhecimento, mais preparada estará a nossa equipa, quer para contrariar os seus pontos fortes e explorar as suas fraquezas...
Desta forma, este documento tem como principal objectivo ajudar os treinadores a como preparar a sua equipa para o próximo adversário.

Como analisar uma equipa adversária?

Antes do jogo:

Recolher informação:


-Tipo de piso e tamanho da quadra Observar aquecimento
-Nomes dos jogadores, números, equipa inicial e suplentes
-Características especiais do Sistema táctico e/ou Modelo de Jogo
-Características especiais relacionadas com os jogadores


Durante o jogo:


Observar a organização estrutural e todas as alterações que aconteçam no decorrer do jogo nessa estrutura, quer pela evolução do resultado, quer pelas substituições que ocorram.


Observar a organização defensiva da equipa:


-Zona (linha de marcação) onde defendem (alta, média ou baixa)
-Tipo de marcação (à zona, individual ou mista)
-Atitude e comportamentos defensivos (agressividade ou passividade).


Observar a organização ofensiva da equipa:


-Tipo de construção de jogo (jogo lento ou rápido, passe curto ou longo (directo), com apoio de centro ou de ala)
-Jogadores de referência na organização ofensiva.
-Padrões colectivos estabelecidos na construção do jogo.


Observar as transições ofensivas da equipa:


-Atitude da equipa quando recupera a bola (saída rápida e contra-ataque ou mais lenta com ênfase na posse de bola).
-Jogadores de 1ª referência na transição ofensiva.
-Qual o tipo de transição que o GR procura quando recupera a posse da bola (jogo rápido e directo ou lento para deixar subir e organizar).


Observar as transições defensivas da equipa:


-Erros de posicionamento quando a equipa perde a posse de bola
-Posicionamento e Espaços existentes quando a equipa perde a posse da bola.
-Se recorrem ou não a faltas tácticas.


Bolas paradas a favor:

-Tipo de movimentação nos lançamentos laterais, livres e cantos.
-Jogadores de referência nos livres e cantos.
-Locais para onde o passe ou remate é efectuado neste tipo de lance.

Bolas paradas contra:

-Quantidade de jogadores que colocam nas barreiras e seu comportamento (saltam/não salta; saem/não saem).
-Numero de jogadores que defendem neste tipo de lances.
-Posicionamento que os jogadores ocupam neste tipo de lances.
Read More ...

Notícias Anteriores


Estou ligado à formação a dois anos e preocupa-me muito os treinadores que não sabem trabalhar correctamente os atletas mais jovens, quer desde o desenvolvimento de treinos desadequados para a idade, que prejudicam a evolução do atleta a nível técnico, táctico e físico, mas principalmente do ponto de vista mental e psicológico, podendo deixar sequelas para toda a vida.Por isso, hoje vou falar um pouco sobre o que defendo e de como se deve trabalhar, na minha opinião, os atletas mais pequenos (Escolas e Infantis), ou seja, a iniciação.Eu acho que nestas idades, o trabalho deve incidir sobre a coordenação motora e principalmente sobre a capacidade técnica (controlo da bola, passe e recepção), pois só é possível haver "jogo" se os atletas conseguirem PASSAR e RECEBER a bola.Assim sendo, creio que o melhor é fazer muitos jogos lúdicos SEMPRE COM BOLA, sem grandes condicionalismos tácticos, de preferência jogos reduzidos, pois assim também evoluem a velocidade de reacção e execução, no entanto, é conveniente terem já uma pequena noção táctica, e parece-me que o sistema 3.1 é o mais conveniente para a iniciação, pois é fácil e trabalha-se todas posições existentes em futsal (Fixo, Ala e Pivot).
A coordenação motora é importantíssima nesta fase, porque como os miúdos estão em fase de crescimento são extremamente descoordenados e tem imensas dificuldades em se movimentarem, dominar ou passar a bola.
Mas acima de tudo, o treinador terá que ser muito criativo e inventar exercícios que motivem os miúdos para captar sua atenção, e para isso é necessário que tenha a bola sempre presente em TODOS os exercícios, e há medida que os atletas forem atingindo um determinado nível, deverá colocar novos objectivos e exercícios mais complexos, de acordo com o modelo de jogo que pretende incutir, de forma a que eles continuem a evoluir e não estagnem, no entanto, só deverá passar para a etapa seguinte, quando tiver a certeza que eles já a atingiram a proposta, caso contrário estará a "queimar" etapas e assim eles terão "deficiências" que depois dificilmente conseguirão erradicar.
Tendo por exemplo 2 treinos semanais de 1 hora (que é o que a maioria dos clubes têm) eu faria da seguinte forma:
1º treino:
10 mts - Activação geral (jogos lúdicos, Ex: Jogo da apanha, etc, etc)
25 mts – Jogos Reduzidos (potenciar passe, recepção, drible, desmarcações, decisão, etc)- Exercícios de coordenação motora (15 em 15 dias)20 mts – Organização táctica (movimentação e organização ofensiva e defensiva) e finalização (começando com um exercício básico para iniciação da percepção táctica e zonas de finalização de 3.1, que se deve posteriormente explorar de forma a ir evoluindo para as movimentações básicas…)5 mts – Recuperação activa (alongamentos, corrida muito lenta (2 voltas), etc)2º treino:
10 mts - Activação geral45 mts - Jogo5 mts – Recuperação activa
Quanto ao treino "físico", não se preocupem com isso, pois os miúdos nestas idades correm o dia todo na escola, na rua, etc e estão sempre activos, além de que se for trabalhado de forma errada, os atletas poderão ficar com os músculos atrofiados para toda a vida…
Pensem nisto e opinem...
Read More ...

    Sobre "O Meu Futsal":

    Esta página destina-se a todos os adeptos e simpatizantes pela modalidade de futsal, no qual se pretende explicar algumas modalidades e dar opiniões, sugestões e críticas de modo a melhorar a modalidade na região e no país.

    Políticas

    É expressamente proibida a cópia e imitação de algum conteúdo existente neste blogue.